Quarta-feira, 27 de Março de 2013

Scott Scale 900 RC - Test Bike, por Nuno Machado

Aqui fica um test bike realizado pelo Nuno Machado à Scott Scale 900 RC:

 

 

 

"Quis o destino que, no ano de 2013, eu voltasse a ter na minha garagem e claro nos trilhos, uma bicicleta da SCOTT. Dentro da gama da SCOTT a minha escolha recaiu sobre a SCOTT 900 RC. A minha escolha foi para uma bicicleta rígida e roda 29 e o facto de ser a RC prende-se apenas com questões estéticas e de alguns componentes, uma vez que assim que saiu da caixa a montamos com um Kit full XTR.

 

 

Relativamente às questões que me fizeram optar por este quadro da SCOTT elas são muito simples. RIGIDEZ e CONFORTO.

Não vou tecer nenhum tratado sobre a forma como a Scott “trata” o carbono e muito menos sobre os resultados deste material especifico para bicicletas de topo. Apenas tenho de referir que é possível que existam bicicletas rígidas e confortáveis. A rigidez do quadro da SCALE 900 RC permite que a força que colocamos nas pedaladas seja aproveitada ao máximo para fazer o conjunto SCALE/Ciclista progredir no terreno da forma mais eficaz possível. O que se nota principalmente nos momentos em que temos de dar aos pedais para seguir monte a cima, e em que a SCALE 900 RC não se fica.

 

 

A juntar a este aspeto temos uma qualidade de construção notável e uns acabamentos que não deixam nada a desejar.

Quando falo do conforto falo de Três situações:

  1. Da forma como as escoras absorvem as vibrações do terreno (sem que a rigidez seja comprometida); evitando o cansaço corporal nas saídas mais longas;
  2. Falo do facto de este quadro ter cerca de mais 3 cm entre eixos que a minha anterior bicicleta (2,4 cm para ser mais preciso);
  3. E falo do comportamento da ROCK SHOX SID que ao ter 100mm de curso e uma forma de atuação suave e linear conferem conforto extra a todo o conjunto.

No conjunto ainda tenho de salientar as rodas escolhidas uma montagem da DT Swiss com a designação de “DT Swiss XR-RS29” e que sem comprometer o peso conseguem ter um muito bom nível de rigidez, quer em zonas mais técnicas, quer quando temos de pedalar em pé ou mais rápido.

 

Se me permitem volto à suspensão que sendo a ar nos permite fazer escolhas interessantes quanto à pressão que colocámos na única camara existente. Mais simples impossível. Ainda de referir que tal como é apanágio da marca Suiça esta SID vem com o manipulo de Lock, Plataform/Ride e Descend. Que permite ter a suspensão bloqueada, aberta com plataforma para rolar em trilhos mais suaves e o Descend para ter mais velocidade de atuação nos trilhos mais técnicos e irregulares. E se acham que é pouco ainda somos presenteados com um eixo de 15mm.

 

 

 

 

 

Também me perguntam normalmente o porquê de ter colocado toda a transmissão XTR e o porquê de ter voltado aos pedaleiro triplo. As respostas são simples, primeiro que tudo para o que gosto de fazer o que mais peço é os componentes sejam fiáveis, que trabalhem sempre, e nunca me deixem no meio do trilho e com material Shimano fiabilidade não me falta. Também gosto de travões que travem e que tenham o tacto que os XTR têm. Quanto ao pedaleiro triplo a resposta também é simples na gama da Shimano XTR não existe nenhum pedaleiro duplo que se coadune com a minha performance. No meu entender as combinações dos duplos da Shimano XTR são para atletas com mais potência do que eu. Eu como sou um comum mortal uso um triplo para poder usar o 24. Não é que precise sempre, mas quando preciso ele está lá.

 

Claro que tenho de referir que gosto da rigidez do pedaleiro que complementa de forma clara a rigidez do quadro, bem como gosto do facto de poder fazer passagens de duas mudanças de cada vez no desviador traseiro. Normalmente quem me vê com o pedaleiro triplo também me pergunta algumas vezes, se não me preocupa o facto de assim ficar com um conjunto mais pesado. A resposta a esta pergunta é simples. Num quadro com cerca de 950gr e componentes de topo não estou nada preocupado com o peso. Porque em condições normais quem gosta de pesos baixos já sabe que quando comparada com outras máquinas com os mesmos componentes a SCOTT SCALE 900 RC será quase sempre mais leve. 950 gramas num quadro 29’’ não é fácil de bater.

 

NO TERRENO

No terreno, está SCOTT SCALE RC 900 é uma máquina capaz de tornar qualquer saída para o mato numa volta sempre divertida, quer seja para andar muito rápido, mais lento, mais em subida, mais a descer onde os seus 100mm de curso quase que perdoam tudo e claro que também não se fica nos singletracks mais sinuosos.

 

E agora se quiserem saber mais passem por uma loja MOVEFREE e experimentem.

 

NOTA: Este resumo reflete a minha experiência na SCOTT SCALE 900 RC e só o realizei depois de ter mais de 500 kms feitos na bicicleta. A mesma bicicleta com outros ocupantes pode gerar sensações diferentes.

 

Um abraço e pedalem muito

 

Nuno Machado

 

EPIC WRITER"


Publicado por Eupedalo às 10:24
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Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2012

Rescaldo da Masterclass MoveFree "Preparação Para Maratonas"

No dia 04 de Fevereiro realizou-se nova Masterclass MoveFree, que teve como oradores Pedro Maia e Nuno Machado da equipa de Maratonas MoveFree e que teve como principal temática a estruturação de treinos tendo em conta as capacidades e objectivos dos variados tipos de atletas.

 

 

Esta abordagem permitiu a todos os presentes interiorizar noções básicas de diversas metodologias de treino que conduzem a uma melhoria e aumento da performance no terreno. Treinar de forma eficaz e rentabilizar o tempo disponivel abdicando apenas de alguns prazeres  sem nunca descurar as responsabilidades quotidianas foi um dos grandes ensinamentos da acção.

 

O evento teve como palco o acolhedor auditório da Escola Internacional de Torres Vedras e contou com a presença de mais de 90 entusiastas da modalidade, indo de encontro às expectativas previstas. Tal adesão revela o interesse, por parte dos praticantes da modalidade, na obtenção de conhecimento em torno desta prática desportiva e como tal a necessidade de melhorar a experiência na utilização da bicicleta.

 

 

Os participantes foram recebidos de forma calorosa, ao sabor do delicioso café NovoDia e para proporcionar a dose de energia necessária para manter a concentração ao longo de mais de 4 horas, foram consumidas consistentes barras Energéticas Mule Bar. De estômago aconchegado e com a dose certa de cafeína todos os presentes mantiveram-se atentos e participativos!

 

No ar ficou a promessa de uma próxima edição... A data já está confirmada 14 de Abril! Agora fiquem atentos ao nosso site... a temática da próxima Masterclass ficará disponivel brevemente!

 

 

Até lá deixamo-vos os comentários do nosso amigo Nuno Almeida:

 

“Tive o prazer de participar na Masterclass e apesar de me considerar um atleta avançado consegui absorver e aprender mais pormenores que no futuro vão-me ser úteis na preparação das Maratonas. Dei por bem entregue o tempo que durou a Masterclass e foi sempre com atenção que ouvi as sábias palavras do Pedro Maia e do Nuno Machado. Felizmente já tive oportunidade de pedalar com ambos e nessas ocasiões deu para verificar que são pessoas acessíveis, simpáticas e sempre prontas a ajudar e aconselhar o próximo. Relativamente a futuros temas a debater, apesar de se ter falado, abreviadamente, penso que deviam de insistir no tema da alimentação, antes, durante e após as provas/treinos. Quantas vezes fomos a provas/passeios e ouvimos alguém que não comeu nada ou comeu apenas uma sandes. Quantas vezes vimos algum atleta a vomitar ou a desmaiar. Aproveito também para sugerir outro tema, Mecânica Rápida (como remendar um furo, mudar uma câmera de ar, utensilios a levar nas provas/passeios, como encher um pneu, como afinar travões, como engatar um elo rápido, ...). Mais uma vez este tema é descurado por muitos atletas nas provas/passeios e alguns ficam apeados porque não sabem o básico dos básicos. Muitos parabéns pela iniciativa e fico a aguardar pelas próximas Masterclasses.”

 

Agradecimentos especiais à Mule Bar e aos Cafés Novo Dia!

 

 

 

 

 

 

 

 


Publicado por Eupedalo às 19:10
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Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2012

THIS IS THE ABSA CAPE EPIC - por Nuno Machado e Diogo Vieira

2011 chegado ao fim, aqui fica um texto escrito pelo nosso "epic rider" Nuno Machado, sobre o que foi pedalar pelos trilhos do Cape Epic:

 

 

"Oito dias; mil e duzentos atletas; setecentos e sete quilómetros. Mágico; Indomável; Africano. Isto é o "ABSA CAPE EPIC"!

 

É assim que anualmente, o Absa Cape Epic é apresentado ao mundo nos últimos 8 anos. E esta é de facto a verdade e a forma mais simples de descrever a mais mítica prova de BTT por etapas que existe no planeta. E foi com estas palavras na cabeça que os 1.200 atletas, entre os quais 9 portugueses, presentes à 8ª Edição do ABSA CAPE EPIC arrancaram para o prólogo de 27 quilómetros na Floresta de Tokay, junto à Cidade do Cabo. Confesso que não é fácil escrever sobre um evento que já foi tão falado e explorado em termos de comunicação social, podia descrever cada uma das etapas e tentar deixar patente por palavras o quanto custa completar os quilómetros que diariamente nos eram colocados como desafio, mas isso seria mais do mesmo e podem ver essa descrição no site da Bike Magazine nas notícias de competição.

 

 

Era muito fácil dizer que os primeiros dias foram duríssimos, e que as temperaturas eram elevadas, a temperatura média ultrapassava os 32ºCº e a máxima chegava facilmente aos 39º ou 40º. Podia falar das intermináveis subidas em singletrack, onde não era possível pedalar e tínhamos de caminhar durante cerca de 6 a 7 quilómetros. Em seguida dizia-vos que é possível fazer mais de 50 quilómetros entre areia e pedra e onde pedalar se
torna penoso e andar a pé é inevitável. Podia escrever sobre o facto de o Cristoph Sauser (vencedor desta edição) ter dito em público que este ano tinha realizado a etapa mais dura de sempre do ABSA CAPE EPIC, e que o Karl Platt (4 vezes vencedor do Cape Epic) considerou que esta mesma etapa não foi BTT e que ficou impressionado com o facto de os amadores conseguirem concluir este dia.

 

 

Era fácil escrever sobre o facto de termos de nos levantar todos os dias, antes das 5 da manhã (ainda de noite) para irmos tomar o pequeno-almoço, levantar a bicicleta e depois virmos à pressa vestir o equipamento e preparar tudo para a partida que é dada às 7 horas da manhã, ainda com o sol por nascer. Depois podia dizer que no arranque as pernas estão pesadas e o frio não motiva nada a pedalar e que depois de o sol nascer, rapidamente estamos a pedalar com temperaturas na ordem dos 30ºCº. Era bem simples dizer que nos dias calmos o vento sopra de todo o lado menos pelas costas, e que quanto mais plano é o terreno mais forte sopra o vento de frente. E depois seguia a contar-vos que quando os singletracks chegam, já pedalámos mais de 90 kms e os quilómetros desingletracks são, técnicos, a subir, a descer, entre árvores, raízes, pedras, com rampas, curvas em releve. Podia falar das mais de 7 horas diárias que passávamos a pedalar ou perto da bicicleta, para depois cortarmos a linha de chegada e seguirmos para o banho, para podermos seguir para “Media Center”. Contava também que o “Media Center” estava sempre cheio com mais de meia centena de profissionais da comunicação e era preciso arranjar lugar para sentar e ficha para ligar o computador. Depois escrever as crónicas diárias, escolher as fotos para ilustrar as mal escritas linhas e aproveitar para comer alguma coisa.

 

 

 

Seguidamente dizia-vos que o tempo voa e que rapidamente era hora da massagem, 30 minutos de merecido descanso, e de seguida correr para tratar dos bidões, sistema de hidratação. E que o jantar começa às 18 horas e se estende por cerca de 2 horas, entre jantar, entrega de prémios, pódios e briefing do dia seguinte. Dir-vos-ia também que no final do jantar já é de noite e andamos todos de lanterna no acampamento para preparar os equipamentos do dia seguinte e deixar o saco quase fechado para no dia seguinte ser transportado para o próximo acampamento.Após cada dia a pedalar no meio do pó, o equipamento chega mais sujo do que quando andamos na lama, e é preciso lavá-lo para que este fique o melhor possível para o que ainda vem de pó. E toca a todos. Até mesmo ao campeão do Mundo de Cross Country. Sim! O Hermida também lava a roupa no Cape Epic.

E depois seguia a contar que sempre que completamos uma das subidas intermináveis e duras, pensamos que vamos descansar na descida, mas somos logo presenteados com um sinal de perigo o que obriga a atenção redobrada e claro que não permite descansar. Dizia-vos que as etapas curtas, são em contra relógio, e embora não ultrapassem os 30 kms de distância, têm mais de 800mts de ascensão. E o prólogo era técnico, mas técnico.

 

Mas prefiro contar-vos outras coisas. Conto-vos que é espectacular viver 8 dias de prova, e só respirar BTT. Que é um privilégio poder pedalar por trilhos tão espectaculares, e duros, e técnicos que o ABSA CAPE EPIC nos apresenta diariamente. Digo-vos que é impressionante ver a logística envolvida neste evento que contempla mais de 160 viaturas registadas, e soma cerca de 280 toneladas de material, que inclui tendas que montadas ocupam 23.500 m2 (mais de dois campos de futebol), mais os 50 chuveiros individuais com água quente. Ainda vos conto que em Saronsberg não existem tantos campos de futebol juntos e como tal em Julho de 2010 foi escolhido um terreno onde não existia nada, para ser transformado num prado para acolher o acampamento, e do nada surgiu em menos de 6 meses um prado com mais de 30.000 m2 relvado para acolher a comitiva.

 

 

Ainda vos digo que em cada ponto de água (3 por dia) existem 4.000 litros de água purificada, 1.000 litros de bebidas isotónicas e colas. Por falar em pontos de água, aproveito e falo-vos dos abastecimentos e da comida. Nunca faltaram, gomas, fruta, queques, empadas em nenhum abastecimento. No total foram quase 47.000 peças de fruta. E nas refeições falamos em toneladas. Tipo, 1,2 toneladas de massa; 2 toneladas de frango; 1 tonelada de carne de vaca, 8 toneladas de salada. E os ovos? Quase 21.000 tal como o número de salsichas para o pequeno-almoço. E posso também falar-vos do pequeno saco que diariamente nos era oferecido no final do etapa, com fruta, carne, sandes e um sumo e com o qual nos deliciava-mos. Conto-vos de mais um recorde que foi batido este ano. Existe uma equipa formada por 12 elementos. São os “Baggies” (carregadores). Esta equipa é responsável por colocar e tirar todos os sacos do camião. A média de peso dos sacos ronda os 28 kg. E estes doze senhores conseguiram tirar os cerca de 1.200 sacos do camião, e deixa-los arrumados por número, em menos de 14 minutos. O tempo recorde é agora de 13 minutos e 42 segundos (incluindo paragem para descansar). O lema dos “Baggies” é: “O Chuck Norris ainda tenta ser um baggie, mas nós já somos.”

 

Também tenho de vos contar sobre a equipa que tratava das nossas bicicletas. No mínimo espectacular. Cortava-mos a meta, agarravam na bicicleta e levavam para lavar e colocar no parque fechado. E depois nos fazerem este mimo ainda nos enviavam um SMS a dizer “A sua bicicleta está lavada e arrumada. Votos de boa etapa para amanhã.” – Apenas mais um pormenor desta grande máquina. Não é possível ficar indiferente ao facto de as crianças, sorrirem à nossa passagem, e de esticarem a mão para um valente “Hi’ Five” e nos passarem energia positiva. Tenho de vos falar também de dois portugueses espectaculares, o Luca e o Filipe Gomes, que fizeram o Cape Epic versão passeio (Epic Trippers), e que diariamente nos deram força em cada arranque, no meio das etapas e nas chegadas. Não posso deixar passar em claro o facto de diariamente existirem milhares de pessoas a assistirem nos trilhos à passagem de todos os atletas incentivando-os. E claro que tenho de vos contar como é impressionante cortar a ultima meta, depois de fazer os últimos 5 kms avoar e ser aplaudido por mais de 30.000 pessoas. E tenho obrigação de vos dizer, que não há palavras que descrevam o facto de vermos o nosso parceiro a tirar a bandeira de Portugal do bolso para fazermos os últimos metros no relvado quenos leva até ao último arco de meta.E digo-vos também que cortar estameta tem um sabor especial. É sinal que deixámos para trás 707 km, muita subida, muita caminhada, algumas quedas, e vencemos cada um dos metros e desafios que nos colocaram pela frente.

 

 

Conto-vos ainda que com as outras duas equipas portuguesas, (Barcelos Team Portugal e Aventura/Gislotica/Rocky Mountain) que já tinham concluído, subimos ao pódio e recebemos a merecida medalha. Tínhamos concluído o ABSA CAPE EPIC. É verdade que nos custou. Mas naquele momento, cinco minutos depois de cortar a meta, já não dói nada.

 

A verdade é que tinha mesmo de vos contar isto tudo, porque: “THIS IS THE ABSA CAPE EPIC”

 

Um abraço e pedalem muito…

 

 

AGRADECIMENTOS

 

Todas estas histórias só são possíveis porque existe um enorme numero de marcas, entidades e pessoas que não podem vir pedalar para o ABSA CAPE EPIC, mas sem as quais esta aventura seria uito mais difícil. E tenho de lhes agradecer:

- A Isabel, que me apoia a 100%, me partilha há 8 anos com um quadro com rodas, e nunca me disse para não vir.

- A minha família, que sem nunca poder ver de perto, me apoia incondicionalmente.

- A Isabel Carvalho da “4x4 viagens”, por escolher sempre o melhor modo de me colocar na linha de partida.

- A simpática e única, família “Casado Vieira” por me emprestarem o Diogo por 8 dias.

- A BIKE MAGAZINE – que sempre tem espaço para contar as minhas histórias

- A MOVEFREE – ter equipas a superarem-se faz parte do ADN da marca, obrigado a todos os elementos desta grande Loja.

- A CARBBOOM! Europe – Nutrição e Suplementação que nos fazem muita falta no meio do nada.

- A COFIDES – Equipamentos de grande qualidade MADE IN PORTUGAL, que só nos custa a lavar à mão. Obrigado a esta grande empresa e à sua equipa de profissionais.

- A SNV – componentes light em CNC – pratos que deram milhares de voltas sem nunca se queixarem. Obrigado Cajó. Viva o MADE IN PORTUGAL.

- A SHIMANO – Travões e transmissões sem palavras, porque funcionam e bem.

- Ao PEDRO MAIA – Grandes treinos, esquemas que funcionam se saírem do papel.

- A SPECIALIZED – Por ter desenvolvido a minha Epic S-Works.

- TEAM MOVEFREE - A minha equipa, com quem trabalho em parceria, para sermos melhores pessoas todos os dias.

- A todos os portugueses presentes nos trilhos do cabo, foi um espectáculo ter a vossa companhia

- A todos os que diariamente nos encheram o mail, o facebook, e a caixa de mensagens, com apoios e palavras de incentivo. Para todos a minha vénia e o meu“MUITO OBRIGADO”. Se o podia fazer sem vocês? Podia. Mas não era a mesma coisa."

 

 


Publicado por Eupedalo às 10:33
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Quarta-feira, 14 de Setembro de 2011

Mais um fim de semana de emoções fortes para a equipa de maratonas MoveFree!

Chega mais um fim de semana de emoções fortes para o TEAM MOVEFREE.


A época de BTT está prestes a terminar mas antes ainda temos de colocar as
nossas Specialized em mais alguns trilhos de Portugal


O fim de semana começa já na Sexta Feira com a presença do Bruno Espinha na
Douro Bike Race. A Douro Bike Race vai desenrolar-se entre Sexta Feira e Domingo,e vai cruzar os
trilhos da zona de Amarante.

 



Esta será mais uma oportunidade de o Bruno Espinha demonstrar a versatilidade
da Stumpjumper HT 29'er nos trilhos da Serra do Alvão, Aboboreira e Marão.

Nos três dias a transmissão da SHIMANO e os equipamentos da COFIDES vão ajudar
o Bruno a percorrer os cerca de 200 kms da prova que conta com 6.000 mts de
acumulado de subidas. Em cada subida e em cada pedalada vamos contar com eficiência do material da
SNV e quer os pratos pedaleiros quer os Bar-end não vão ter descanso durante o
fim de semana.

Mais a Centro, e desta vez em Torres Vedras o Nuno Machado e o Diogo Vieira vão
por as Specialized Epic e os seus "Brain" a funcionar nos trilhos do
ATV 55. Na já prestigiada "prova" do Oeste a dupla de "Epic Riders"
vai juntar-se ao mais de 500 inscritos que aceitaram desafiar a dureza dos
trilhos de Torres Vedras.


E claro está que no evento de Torres Vedras, onde está a casa mãe da MOVEFREE
não podemos faltar e vamos juntar-nos a mais esta festa do BTT.

Com o tempo a prometer calor e com a 60 Kms para ultrapassar  vamos ter
muita atenção com a Hidratação e claro que não nos vai faltar a ajuda da
CARBBOOM! para nos cansarmos pouco.

E agora venha o fim de semana porque já é hora de pedalar.

Eu pedalo este fim de semana. E você?

 

 

 

- Texto escrito por Nuno Machado

TEAM MOVEFREE
Eu pedalo...

MOVEFREE | SPECIALIZED | COFIDES | MAIA-FITNESS | CARBBOOM! | SHIMANO | SNV |
BIKE MAGAZINE

 

 


Publicado por Eupedalo às 19:11
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Segunda-feira, 1 de Agosto de 2011

Passeio MoveFree Torres Vedras - 30 de Julho de 2011

Mais uma vez convidámos o Nuno Machado, atleta da equipa de maratonas da MoveFree a fazer o relato do nosso passeio de loja do passado dia 30 de Julho em Torres Vedras. Aqui fica:

 

"A MoveFree soma e segue na organização dos passeios de loja e desta feita foi de novo Torres Vedras a acolher mais um grupo de utilizadores da bicicleta de todo o terreno, para uma manhã de puro lazer.

O desafio era simples, com a ajuda do Nuno Machado e do Bruno Espinha, da equipa MoveFree de provas longas, íamos tentar colocar em pouco mais de 30 kms todas as emoções de uma prova por etapas.

De facto parece tarefa difícil, mas quem conhece os trilhos da região Oeste sabe que tal é possível.

O grupo arrancou com cerca de 17 amigos prontos para enfrentar o desafio. Começou como todas as provas épicas. Com uma volta pela cidade para mostrar as cores do pelotão a quem circulava a pé ou de carro.

 

 

Entrada nos trilhos e o primeiro desafio apareceu logo. Uma passagem de água. É verdade que a água não chegava aos aros. Mas não deixava de ser uma passagem de água.

Mais uns kms e à entrada dos Morangais do Ameal três amigos decidem que preferem não fazer este trilho até ao fim e que lhes parece mais indicado seguir junto até ao ponto de água, situado nos 10 kms e depois fazer o caminho inverso de volta até à MoveFree. Mas podem contar que no próximo passeio esperámos por vocês para nos acompanharem até ao fim.

 

 

O grupo agora desfalcado da componente feminina seguiu por entre os eucaliptais, e alguns trilhos onde a areia teimava em dificultar a progressão. Seguimos directos para o estradão largo que nos leva em direcção a A-dos-Cunhados. Onde seguimos alinhados como de um pelotão de prova épica se trata-se.

Junto ao ginásio Sirona voltamos à esquerda e começamos a subir por entre as novas zonas de estufas onde aproveitamos para fazer uma pausa para retemperar forças com barras e gel, e claro que foi momento para repor os níveis de hidratação.

Daqui seguimos para a zona dos singletracks, ora a descer ora a subir foi o momento de experimentar algumas das técnicas de condução.

Daqui seguimos em bom ritmo numa zona de subida que acabaria por dar lugar a uma curta zona de sobe e desce que nos conduziu ao desafio do dia.

 

 

Era o momento de vencer uma subida curta com cerca de 17% de inclinação e com algumas zonas de difícil progressão. Mas com mais ou menos esforço todos a conseguimos transpor. Eu pelo menos não me lembro de alguém ter ficado lá em baixo.

Mais uns quantos trilhos rápidos a serpentearem em zona de Eucaliptal na subida de Paio Correia, velocidade de cruzeiro até à Escola Internacional, descida rápida para o trajecto inicial e volta à MOVEFREE, para o fecho de mais uma manhã a pedalar com amigos.

Eu gostei, espero que tenham gostado também. E quem não veio está desde já convidado para o nocturno do próximo dia 3 de Agosto aqui em Torres Vedras.

 

Agora venha o próximo que nós temos todo em gosto em pedalar na vossa companhias

Um abraço e pedalem muito

Nuno Machado

Eu pedalo…

…Sempre que vocês quiserem"

 

Como sempre podem ver as fotos deste passeio, na nossa página do Flickr.

 

Boas pedaladas!


Publicado por Eupedalo às 18:56
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Este é o blog da MoveFree. Um blog dedicado a todas as pessoas que pedalam, dos profissionais aos amadores, dos que competem em cima de uma bicicleta aos que gostam de dar umas pedaladas com a família e amigos. Um blog inclusivo e que se compromete a partilhar noticías e informações dedicadas ao ciclismo, à natureza e sustentabilidade.
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