Decorreu no passado dia 14 de Julho o 1º Memorial Joaquim Agostinho na cidade de Torres Vedras. Um evento com a organização FullSport que contou com o apoio da Movefree cuja finalidade principal foi proporcionar um excelente dia de convívio e confraternização, recordando um dos icones da história do ciclismo nacional e internacional. Com passagem por locais emblemáticos da atividade do eterno ciclista o percurso traçado teve por base o conselho de Torres Vedras em homenagem a uma figura que deixa saudades e é recordada por todos!
Nesta primeira edição o evento arrebatou cerca de 250 adeptos da “estrada” que percorreram um total de cerca de 61Km num passeio com andamento controlado, ou para os mais aventureiros cerca de 88km, contando com 3 voltas em andamento livre ao circuito Profissional de Torres Vedras. Numa data marcada pelo Grande Premio Joaquim Agostinho, a cidade de Torres Vedras acolheu de braços abertos esta inicitiva que juntou um alargado numero de bicicletas de “roda fina”, bem como entusiastas espectadores que ao longo do percurso transmitiram palavras de animo e incentivo a todos os ciclistas.
Com as caracteristicas “rompe-pernas” da zona Oeste, o percurso idealizado pela organização revelou-se bastante atractivo. A passagem por locais emblemáticos como Brejenjas, Vimeiro, Praia de Santa Rita, São Pedro da Cadeira e,como não poderia deixar de ser, a cidade de Torres Vedras, foi do agrado dos participantes, mas no final a fadiga muscular era evidente.
Nada que uma boa massagem desportiva pela mão dos conceituados massagistas João Roque e Castanheira, uma cortesia do Movefree Bike Performance Center, não resolvesse!
No final fica o saldo positivo para o Evento e uma vez mais o reconhecimento da modalidade na zona Oeste!
- Texto traduzido. Poderá ler o texto na íntegra em francês em:
em http://www.letapedutour.com/ET2/fr/20120714-le-rendez-vous-des-costauds-.html
"Foi cheios de coragem que milhares de ciclistas amadores fizeram a ligação Pau a Bagnères-de-Luchon. A distância do percurso, a dificuldade dos cols e sobretudo o frio húmido, testaram os organismos. L’Etape du Tour : um encontro de duros …
Nenhuma trégua para os bravos. À partida de Pau, o céu está coberto. Mas ninguém – previsão meteorológica favorável a ajudar – pode sequer imaginar o que se passará a seguir. É necessário subir as primeiras rampas do Aubisque para perceber que uma humidade tenaz reina sobre as estradas dos cols dos Pirinéus.
Os pelotões, ainda agrupados, entram no nevoeiro a 1500 metros de altitude. No topo da primeira dificuldade do dia, os corredores não param e iniciam o duelo com o principal rival do dia: o frio. No espaço de alguns quilómetros, as silhuetas crispam-se sobre as bicicletas. Nos postos avançados os gendarmes tentam convencer alguma vacas a sair do meio da estrada e a voltar aos pastos. A visibilidade máxima é de 50 metros !
Argelès-Gazost no fim da longa descida. Segundo reabastecimento completo da etapa. Thierry é o primeiro a soar o alarme: « Está muto frio lá em cima. Muito frio.. » Alguns segundos mais tarde, Philippe pára resignado: « Já não vou voltar a partir. Abandono. Seria perigoso para mim continuar. » São muitos os que seguem o seu exemplo. Mas a imensa maioria dos corredores contentam-se com uma breve pausa antes de voltar à estrada... « Não me consigo mexer, estou enregelado, mas vai correr tudo bem, assegura Alain. Abandonar ? Não, não, não. Nem que a vaca tussa. »
O Tourmalet apresenta-se. Imenso. Quase ameaçador. Antes de atacar as suas primeiras subidas, alguns corredores tomam o tempo necessário de confortar os seus próximos com um curto telefonema. O céu continua baixo. É é necessário subir aos 2 115 metros de altitude. Guisado de lama, água e nevoeiro outra vez. Algumas dezenas de apoiantes tremem no cume. Dentro da sua carrinha, dois gendarmes franzem o sobrolho : « Estão 5 graus. Mas com esta humidade, a sensação de frio é intensa. »
Nova descida. Longa. Fatigante. Os corredores traçam trajectórias impecáveis sobre o alcatrão molhado, mas o inevitável acontece, clavículas partidas, ombros deslocados e joelhos esfolados. Mas grande parte consegue terminar. Em Sainte-Marie-de-Campan, são corpos muitas vezes congelados, que param para recuperar no reabastecimento. No espaço de alguns minutos, a tenda de socorro fica cheia. « Eles têm frio, faz notar sobriamente um membro do serviço médico. Nada mais. O frio. » Alguns voluntários passam à acção, emprestando os seus forros polares, cortando sacos de plástico para confeccionar ponchos. Brigitte está desolada: « Eles estão mortos e no entanto cheios de coragem. Gostaria de os poder ajudar mais.» Um pouco mais longe, Jérôme, está sentado sobre um pequeno muro. Treme convulsivamente. A sua família massaja energicamente as suas pernas e braços. Um pequeno miúdo diz-lhe: « Papa, gosto muito de ti. »
E chega o Aspin. Rampas suaves no meio dos pinheiros. O nevoeiro dá sinal de abrandar. Bruscamente, as caras relaxam um pouco. Como se o stress da primeira metade da etapa tivesse desaparecido. Agora, é à base de coragem que é necessário avançar. A segunda metade do col é duríssima. E o nevoeiro volta a cobrir os pequenos grupos que se formaram no decorrer dos quilómetros. É preciso continuar. Não se deixar ficar nem por um bocadinho. Alguns encontram forma de sorrir. Difícil não sentir admiração pela sua coragem. Nova descida. O mais duro está feito ? « Não, o mais duro está ainda para vir, suspira Claude. Sobretudo hoje.»
Resta uma trintena de quilómetros antes da fita de chegada. E um último col. Peyresourde. Uma espécie de abatimento adivinha-se por vezes no ritmo da pedalada. Subir ainda. Uma última vez embrenhar-se no nevoeiro. E enfrentar a chuva nas primeiras curvas da descida. Basta no entanto deixar-se ir. Mas será que verdadeiramente no podemos deixar ir ao fim de 200km de um tal esforço ? Ao entrar em Bagnères-de-Luchon, os corredores recompoem-se. Há uma espécie de euforia no ar. Os corredores vêm finalmente as bandeiras tricolores que não cessaram de os acompanhar ao longo do esforço. Foi num 14 de Julho. L’Etape du Tour. Uma coisa de duros !"
Mas, no fim, tudo vale a pena, para garantir isto:
- Texto traduzido. Poderá ler o texto na íntegra em francês em:
em http://www.letapedutour.com/ET2/fr/20120714-le-rendez-vous-des-costauds-.html
O passado dia 14 de Julho foi dia de novidades em termos de passeios de loja Movefree. Com o intuito de proporcionar as melhores experiências BTT a todos aqueles que nos acompanham nos nossos passeios, pela 1ª vez, partimos à descoberta dos trilhos do Monsanto! O resultado foi positivo e os comentários motivadores por isso fiquem atentos aos próximos... ;)
Para aqueles que não marcaram presença, aqui fica um breve relato do que foi este passeio: com partida do parque de Monsanto, junto à rotunda Avenida General Correia Barreto, os cerca de 30 betetistas começaram a jornada em subida, até entrar nos trilhos paralelos à ciclovia da radial de benfica. Aqui foram, percorridos cerca de 3 km em trilhos e estradões inconstantes (ora a subir, ora a descer), até o grupo atingir o cruzamento do Parque dos Indios. Deste ponto foi tempo de rumar em direcção ao campo de tiro de monsanto e, consequentemente ao Estádio Pina Manique, desfrutando sempre da paisagistica. Num sobe e desce constante e com o avançar da manhã o grupo atingia as proximidades da conhecida pista de Radiomodelismo Automovel de Monsanto para depois entrar nos Montes Claros e retornar aos trilhos rápidos que os levariam até aos belos jardins do Chimarrão.

Seguiu-se o momento alto do dia com a entrada num dos mais alucinantes trilhos do monsanto onde a adrenalina foi uma constante! Umas pedaladas depois e, pela frente, surgia uma subida técnica de dificuldade moderada que conduziria o grupo até ao campo multidesportos com vista para o tejo. Com cerca de 14km percorridos era tempo de parar para hidratar e repor energias para depois “atacar” mais umas subidas parte-pernas e singletracks. Como para descer e “curtir” um bom singletrack é preciso subir foi tempo de “trepar” até ao alto da Ajuda, em direcção à cadeia de monsanto, para depois dar de caras com um single track do melhor que viria fazer a ligação à descida mais longa do monsanto que dá acesso ao Parque da Serafina. Aqui foi só soltar travão... controlar a máquina... e desfrutar do melhor que os trilhos do Monsanto têm para oferecer. Seguiram-se ainda mais uns quantos singletracks que dariam acesso ao local de partida! Foi um passeio agradável com cerca de 26km duros mas divertidos! No final, mesmos apesar dos contratempos (correntes partidas, furos e uma ou outra queda sem gravidade), a satisfação generalizada e vontade de voltar!
No passado dia 07 de Julho decorreu mais um passeio de Loja Movefree em Mafra. Desta feita ficaram para trás o Mar e os rios dos últimos passeios para dar a conheçer outros emblemáticos trilhos do concelho de Mafra. O traçado desta volta, com sensivelmente 30 km e 700m de subida acumulada, contemplou uma visita ao Lobo Ibérico, onde foram explorados novos trilhos nesta zona.
Quem decidiu não dar treguas foi a chuva, que persistentemente foi uma constante ao longo de todo o Passeio, mas nem mesmo isso fez desanimar os mais de 20 praticantes da modalidade que se mostraram capazes de ultrapassar o mau tempo e os trilhos mais técnicos!
Após um arranque mais atribulado derivado a um raio partido, rápidamente o grupo prosseguiu viagem e entrou nos trilhos para desfrutar de uma boa dose de adrenalina ao percorrer os entusiasticos singletracks do Lobo Ibérico. Para puxar pelo físico e apelar à técnica não poderia faltar uma boa subida para colocar à prova as capacidade betetisticas dos presentes! Mas no topo a recompensa... Novos trilhos com uma vista de cortar a respiração por entre a floresta! Após uma pequena pausa para repor energias e hidratar era tempo de seguir viagem para depois de umas boas pedaladas “atacar” uma descida mais técnica que viria aumentar a adrenalina e testar as máquinas de todos os presentes.
Já no regresso a chuva felizmente deu algum descanso e permitiu “secar a roupa” até ao final do passeio! No final fica o saldo para os novos trilhos percorridos na Rota do Lobo Ibérico e para o facto da volta ter decorrido sem incidentes!
O próximo Passeio promete... Junta-te a nós e vem descobrir mais uns Singletracks em Sintra. É já amanhã! Prepara a tuas luzes e vem explorar 20km de trilhos com cerca de 400m de subida acumulada! Mais informações em: http://www.movefree.pt/pt/catalog/eventos/passeio-nocturno-sintra-11-de-julho
Aqui fica um texto de de Ricardo Jesus, um apaixonado pela bicicleta de estrada que está treinar para participar numa étapa do Tour de France. Um belo exemplo para quem procura cumprir os seus objectivos sem prejudicar a sua vida profissional ou familiar:
"O meu treino normal para a Etape du Tour, dura entre 2 a 3 horas e envolve muito desnível e localiza-se normalmente na Serra da Arrábida que fica mesmo no meu “Quintal”. O treino começa no dia anterior, com a preparação da bicicleta, enchimento de bidons e escolha da roupa a levar em função da temperatura prevista, para não perder tempo de manhã (todos os minutos contam, quando depois do treino temos de nos deslocar para o trabalho).
Como tenho família e preciso de lhes dar apoio, tenho de estar em casa por volta das 8:00 (no fim de semana às 9:00), pelo que a maior dificuldade do treino não está, como à partida se podia pensar, nas subidas, mas sim em levantar-me da cama às 06:00 da manhã. Perguntam-me regularmente se às vezes não me custa levantar da cama e a minha resposta é: “custa-me sempre levantar da cama”, pelo que todos os dias é uma luta e, normalmente, só lá vou com muita força de vontade e pensamentos tipo “sofre agora para desfrutares depois”.
Depois de me levantar, uma vez que já deixei tudo preparado no dia anterior, em 10 minutos estou a pedalar, embora com a visão toldada por um nevoeiro que nunca sei se é dentro ou fora da minha cabeça. A primeira dificuldade aparece logo ao km 1,5 com uma rampa de cerca de 1km de extensão e 7% de desnível de acesso aos “Picheleiros”, logo seguida de outra, com o mesmo pendente, mas mais extensa, de 2,5 kms que dá acesso à fábrica da Secil (sim é verdade, somos visionários ao ponto de construir uma fábrica de cimento no meio de um Parque Natural ?!??).
Chegado à fábrica de cimento, segue-se a subida mais longa do treino, 5 kms a 6% até às “antenas”, com um sprint intermédio em plena subida, para fugir de um pastor alemão cujo dono teima em deixar solto durante a noite e que gosta tanto de bicicletas como eu gosto da Sra. Merkl.
Finda esta subida, está na hora de iniciar uma descida vertiginosa até ao Portinho da Arrábida, onde alguém escreveu na estrada, logo no início, a palavra “Hapiness”, e de facto, felicidade é o que se sente nesta descida onde já atingi 82 kms/h.
Chegado ao Portinho, há que voltar para trás e enfrentar a subida mais dura da Serra da Arrábida, há quem lhe chame a “solitária” mas eu chamo-lhe a FM (Filha da Mãe), porque tem uma pendente média acima dos 10% e no último km tem mais de 15%, ou seja, é uma parede.
Para terminar, outra subida durinha, junto ao Convento de Jesuítas, também com cerca de 10% de inclinação, novamente até às antena e regresso a casa, passando pela padaria para comprar pão para o pequeno almoço das crianças.
É este o meu treino normal, e é paradigmático daquilo que é preciso fazer para a Etape du Tour quando se tem pouco tempo, ou seja, optar por treinos de qualidade em detrimento da quantidade. Abaixo alguns dados deste treino. O gráfico da altimetria é elucidativo!"
Decorreu no passado fim de semana mais uma prova do Btt Enduro Series 2012 que desta vez contou como palco para sua realização a "cidade" da Figueira da Foz. Contou com a participação de 154 atletas provenientes de todo o país, com destaque para a participação de pilotos consagrados como Marco Fidalgo, Ivo Padilha e Luís " Sócio" Ferreira.
A Movefree esteve representada pelo pilotos André Egreja e Vanderlei Rodrigues na classe Sénior. As primeiras partidas virtuais deram-se a partir das 9:30 horas, sendo estas feitas de dois em dois atletas pois tratava-se de uma partida virtual, ligando o Paddock ao ponto de partida da primeira especial. Os atletas da Movefree André e Vanderlei, respectivos nº 3 e 4, obtiveram uma boa prestação.
Na primeira especial, André Egreja obteve um tempo de 9:56:540 e ficou com o 12º Lugar a geral. Vanderlei Rodrigues, com o tempo de 9:44:570, ficou com o 5º Lugar a geral. Após essa primeira especial, os pilotos percorreram o trecho de ligação para a segunda especial sem maiores dificuldades.
Na segunda especial, a partida era no cimo da falésia, possibilitando aos pilotos desfrutarem um pouco da paisagem proporcionada pelo local. Esta especial correu um pouco melhor para os pilotos da Movefree que conseguiram o 4º Lugar com Vanderlei Rodrigues ( 8:02:954 ) e 7º Lugar com André Egreja ( 8:31:791 ), dadas as condições técnicas mais exigentes.
Após esta especial, ambos percorreram sem maiores dificuldades o trecho de ligação à última especial, percorrendo trilhos junto a praia da Figueira da Foz. A última especial foi realizada no antigo percurso de DownHill da Figueira da Foz, contando com alguns saltos, trilhos técnicos e muita pedra. Neste cenário os atletas da Movefree conseguiram realizar mais uma boa especial cronometrada, ocupando assim o 3º Lugar com Vanderlei Rodrigues (3:28:890) e o 6º Lugar com André Egreja (3:35:060). Na somatória dos tempos, os atletas da Movefree ocuparam o 4º e 7º lugares a geral com Vanderlei Rodrigues e André Egreja respectivamente.
A próxima prova do Enduro Series ainda não tem data nem local definido, mas sabe-se que decorrerá durante o próximo mês de setembro.
Decorreu no passado dia 01 de Julho, na pacata localidade de Ribamar da Lourinhã, o 4º Passeio BTT de Ribamar, um passeio com cultura piscatória, bem conhecido pelos seus fantásticos trilhos junto às arribas. Nesta 4ª edição, o Evento contou com mais de 200 participantes sedentos por explorar novos trilhos nunca antes percorridos. Com 2 traçados distintos, os betetistas puderam desfrutar de um percurso com 25 Km e outro com 50km, tendo pela frente trilhos desafiantes e divertidos que demonstratarm o grande trabalho levado a cabo pela organização na limpeza de trilhos “virgens”, com o intuito de proporcionar momentos de puro BTT.
A MoveFree não ficou indiferente a mais um evento da região Oeste, evidentemente, marcou presença quer prestando auxilio mecânico aos participantes, quer a pedalar por entre trilhos com os elementos da Factory Team! Com o intuito de melhorar a experiência na utilização da bicicleta os mecânicos de serviço da Movefree prontamente prestaram auxilio mecânico fazendo algumas afinações de ultima hora às máquinas dos participantes. Quanto aos elementos da Movefree Factory Team o feedback foi unânime: trilhos excelentes num passeio BTT que marca a diferença pelo convívio vivido!
Com passagem por pontos como Ribamar, Maceira, Porto Novo, e Porto Dinheiro são de salientar os trilhos técnicos junto ás arribas bem como o fantástico singletrack das “Pontes”!