Nunca D. João V, o “Rei Magnânimo”, pensou que uma “massa humana” de 500 adeptos do BTT alinhassem na ala Norte do Palácio-Convento que, na época dos descobrimentos, mandou construir na bela Vila de Mafra!
Mas foi mesmo isto que aconteceu no passado dia 13 de Maio! Com uma organização conjunta da Roteiros Aventura e da Câmara Municipal de Mafra e com um forte apoio da Movefree, foi às portas deste imponente monumento do Barroco Português que se realizou a edição 2012 do Raid BTT à Tapada. Com o seu seu colorido Paddock, a MoveFree deu cor ao Evento e animou a zona de meta... a “massa humana” deu movimento e dinâmica e a Roteiros Aventura tornou o sonho em realidade!
Num dia convidativo para a prática da modalidade os cerca de 1187 hectares da Tapada de Mafra, outrora local privilegiado de lazer e de caça dos monarcas portugueses, acolheram uma manhã de excelentes pedaladas, proporcionando momentos épicos a todos os presentes!
Com um traçado desafiante e muito fluído, os participantes puderam desfrutar de um percurso de 32Km; 46Km; ou mesmo 12 Km.
Dos trilhos mais técnicos ao piso rolante de estradão aberto... daquela subida de tirar o fôlego àquela descida de “soltar travão”... mas sempre com uma paisagem fantástica, de tudo um pouco foi possivel encontrar.
Esta foi uma das preocupações da Roteiros Aventura, neste evento profundamente marcado pelo seu cariz de Lazer e vocacionado para a familia: dar a possibilidade de todos participarem, oferecendo uma alargada possibilidade de escolha de percursos
Ficam na memória aspectos marcantes como:
- pontualidade da partida;
- percurso bem marcado, onde os sinais de perigo apareciam com a devida antecedência para alertar os mais entusiastas;
- possibilidade de circular na Tapada, uma vez que a circulação nesta area não é livre, passando em locais restritos para o público em geral;
- abastecimentos 5*;
- assistência mecânica no percurso, prestada pelos técnicos da Movefree, rápida e eficaz;
- serviço de Lubrificação Lancar que manteve as máquinas sempre oleadas;
No final, fica uma nota positiva para o Evento... parabéns à organização! Já todos já anseiam pela proxima edição do Raid.
Fica ainda um agradecimento especial para os cafés NovoDia que proporcionaram a dose de cafeína matinal para todos os participantes, para os lubrificantes especiais Lancar que mantiveram as máquinas dos participantes oleadas e para todos os patrocinadores e colaboradores que permitiram o realizar do evento.
Deixamos um pequeno vídeo com alguns momentos marcantes do Raid:
Num final de semana em que o “Verão” pareceu chegar mais cedo, a adesão a mais um Passeio de Loja Movefree foi significativa. Às portas da Loja de Torres Vedras reuniram-se cerca de 40 adeptos da modalidade para uma manhã de pedaladas que se viria a revelar bastante rolante e fluida. Com uma faixa etária de participantes dos 9 aos 70 anos a Movefree saíu para os trilhos sempre com o habitual espirito de grupo e com a presença dos elementos do Team Movefree de Maratonas.
O traçado, com aproximadamente 36 km e cerca de 300m de subida acumulada teve o maior grau de exigência fisica ao longo dos primeiros 14 Km, tendo-se revelado bastante rolante até ao regresso. Com saída em direcção à Ecopista de Torres Vedras foi tempo de aqueçer os motores até alcançar a subida de alcatrão que dá acesso à Zona Industrial da Paúl. Neste ponto é que o BTT começou verdadeiramente com o sobe e desce, até ao grupo alcançar rápidamente os trilhos em redor da conhecida “Lagoa Artificial”. Com uma paisagistica apelativa e trilhos motivadores a cada pedalada foi tempo de aplicar potência nos “crank's” e rolar até aos trilhos das proximidaes do ginásio “Sirona”. A progressão no terreno fazia-se rápida e a média era boa para este tipo de dinâmica e como tal uma paragem era necessária para repor energias e hidratar. Tal paragem foi feita no parque de A-dos-Cunhados, por volta do km 14 onde foram debatidos os mais vários assuntos sempre com a reinação à mistura de alguns dos elementos do Team Movefree.
Como o “pára-arranca” parte as perninhas todas era tempo de retomar aos trilhos para mais 20 km a pedalar. Passando por dentro da vila de A-dos-Cunhados em direcção a Campelos, foi sempre a rolar em estradão com uma ou outra ligação em alcatrão. Já depois de atravessada a povoação de Vila Facaia, o grupo prosseguiu viagem em direcção aos morangais de Paio Correia, onde foi feita uma paragem para hidratar numa pequena fonte “escondida” no meio da vegetação. Aqui a água fresca, num dia quente e abafado, pareceu uma dádiva que foi guardada nos bidons para os quilómetros finais do desafio.
Bidons cheios, seguiu-se a subida para a Escola Internacional de Torres Vedras, para que depois o grupo inicia-se a descida para a Nacional 8 e rolasse por alcatrão até às portas da Loja Movefree de Torres Vedras.
No final havia sinais de cansaço no rosto de alguns participantes... mas quem pedala por gosto não cansa! Venha o próximo... Venham quilómetros para pôr nas pernas! Amanhã é noite de pedaladas com a Movefree... Passeio Nocturno DVT... Vais perder esta saída? http://www.movefree.pt/pt/catalog/evento
André Egreja, 26 anos, é mecânico nas lojas Movefree: "Pedalo desde que me lembro. Comprei a minha 1ª “grande” bicicleta em 2003, mas antes disso já me aventurava pelos trilhos da Serra de Sintra. Sou um utilizador assíduo de bicicleta, seja no monte, a descer ou a subir, na estrada, no skate park ou nos dirts. Simplesmente, gosto de andar de bicicleta. Fiz alguns anos competição de donwhill com alguns bons resultados a nível nacional mas ultimamente tenho-me dedicado mais ao xc, maratona e enduro/allmoutain."
Bicicleta testada: Uma Camber comp:
Tipo de andamento, regularidade:
A Camber foi testada nas zonas de loures e Vialonga (mata do paraíso). O objectivo foi ver como é que a bicicleta se portava em diferentes tipos de terreno. Inicialmente fizemos um pouco de alcatrão rolante até chegar a Vialonga e, chegando lá, foi sempre a subir até entrarmos nos trilhos da mata do paraíso. Aqui apanhámos lama, bastante na parte inicial, estradões com piso compacto e com alguma gravilha, singletracks com terra mais solta onde tínhamos mais aderência e onde deu para fazer algumas curvas mais rápido e a famosa "descida dos pneus", com piso duro e com pedra. O ponto mais alto foi no moinho, antes de começar a descer os pneus. O ritmo da volta foi médio/rápido com cerca de 30km percorridos.
Look and feel da bicicleta:
A bicicleta tem um look coerente, onde se salienta o facto de as cores combinarem bastante bem, desde os punhos, ao selim, ao próprio quadro, amortecedor, suspensão e as rodas. A bicicleta foi feita a pensar no conjunto. As primeiras impressões da bicicleta foram de grande conforto, ser alta e rolar muito bem.
Experiência de utilização:
Nos primeiros quilómetros que fiz no alcatrão dá para notar que a bicicleta rola bem. Em parte, o facto de ter suspensão e amortecedor com bloqueios ajuda bastante neste campo visto que não há desperdício de energia. No entanto, mesmo que se queira desbloquear o amortecedor para privilegiar o conforto, nota-se que a bicicleta mantém um comportamento muito bom neste tipo de piso. Graças ao sistema FSR o amortecedor oscila muito pouco quando se imprime alguma força na pedalada. No teste, a camber estava equipada com um ground control 2.1 control atrás, o que ajudou bastante quando estramos na mata. Nas subidas, tracção não faltou e, havendo pernas, consegue-se fazer as subidas bastante rápido! A camber demonstra uma ligeireza bastante grande quando se quer rolar rápido. Nas descidas de singlestracks, em ritmo médio, dá-nos bastante confiança. Os 120mm de curso que possui à frente e atrás e os seus pneus cardados ajudam bastante a transmitir uma sensação de controlo e de estabilidade. Quando a velocidade aumenta, é quando deixamos de ter essa percepção. Aqui, é o “kit de unhas” de cada um que conta. A camber permite fazer o mesmo que uma stumpjumper fsr mas, com os seus 120mm's de de curso e geometria específica, não é tão adequada para decidas muito rápidas. Em termos de agilidade também lhe dou nota positiva, é muito fácil de manobrar. A travagem é potente o suficiente para ritmos médio/altos e a transmissão porta-se muito bem, nunca tendo falhado durante o teste.
Componentes:
Para uma bicicleta de entrada de gama, a Camber vem muito bem equipada,nunca tendo falhado uma única vez. De salientar a suspensão e amortecedor rock shox com bloqueio, transmissão shimano e pneus specialized. Esta bicicleta é desenhada para pessoas que se queiram iniciar no btt e que gostam de fazer de tudo um pouco. Para aqueles que dão valor ao conforto e à segurança, principalmente, mas que também gostam de se aventurar nos trilhos do nosso país, sem descurar a presença nas maratonas."
Até 30 de Junho, para que a sua experiência de montanha fique completa, na compra de qualquer modelo Camber nas lojas MoveFree, oferecemos-lhe produtos no valor de 238EUR:
- Sapatos Tahoe, com opção de futuramente colocar o encaixe nos sapatos, para ter um controle superior sobre a sua bicicleta em descidas e subidas;
- Pedais de encaixe Ritchey Comp V4, para utilizar com os seus Tahoe e eliminar o ponto morto da pedalada e aproveitar melhor a força que faz em cima da bicicleta;
- Capacete Specialized Align, ajustado para uma experiência All-Mountain e que lhe vai permitir enfrentar com segurança os desafios do BTT;
- Conta Quilómetros Sigma 400, para guardar o histórico das suas pedaladas;
- Camelbak Rogue, que lhe permite carregar às costas dois litros de líquidos e outras ferramentas e componentes essenciais para a prática do BTT;
Texto: André Egreja
Fotos: Carlos Cruz
Depois de uma “semana molhada” o bom-tempo fez-se sentir e foi tempo do Factory Team pegar nas bikes de “roda fina” e sair para o asfalto!
Foram cerca de 84km “durinhos” com um média de aproximadamente 25km/h, que no final se traduziram num “mini-empeno”. Desta vez o ponto de encontro foi às portas do Dolce Vita Tejo onde, às 9h da manhã o Team estava devidamente equipado e alinhado! De salientar a presença especial de Filomena Gomes e Ricardo Mendes (aventureiros do Patagónia Luso Expedition e peritos em descobertas em total autonomia), que com a sua simpatia e boa disposição se juntaram ao Team para mais um treino.
O grupo sempre bem-disposto e preparado para “amassar as pernas” partiu a bom ritmo com o intuito de fazer um treino fluído, num traçado repleto de subidas que se iriam revelar “etapas montanha” ideais para umas quantas fugas e tentativas de perseguição. A saida fez-se em direcção a Odivelas e rapidamente, depois do devido periodo de aquecimento, o grupo atingia a primeira subida do dia, a conhecida e longa subida da Arranhó...
Nesta subida o nosso amigo Ricardo decidui “puxar” pela equipa e fazer aumentar o pulso, pondo à prova as capacidades do pelotão com uma fuga forte e bastante rápida. Depois deste 1º esticão o grupo prosseguiu agrupado e a ritmo constante atingindo as terras de Sobral de Monte Agraço.
Neste local, para comprovar que esta bela Vila não é apenas conhecida pelo seu “parque infantil”, o Team fez uma paragem para repor energias e hidratar numas das melhores pastelarias da zona. Com uma abastada “montra de produtos” dificil foi escolher qual a iguaria que iria acompanhar o café matinal! Durante esta paragem para um reforço alimentar dos atleta foi posta conversa em dia e muitas opiniões foram trocadas acerca da prática da modalidade. Mas como o tempo não perdoa e a manhã já ia longa era tempo de por as pernas a rolar e fazer à estrada!
Saindo a rolar até ás portas da localidade de Sapataria era tempo de preparar as pernas para a conhecida subida do Cabeço de Montachique. Uma vez mais com o Ricardo a impor o passo a equipa seguiu sempre com espirito de entreajuda, com o objectivo de alcançar o Dolce Vita Tejo que já se encontrava proximo.
Á chegada à meta o cansaço era evidente. Mas ciclismo é assim mesmo... é companheirismo... é espirito de equipa... é o trabalho em prol do grupo … é a dor de pernas... mas também é o sentimento de dever cumprido ao atingir as metas traçadas e a satisfação de nos superarmos constantemente...
No final do treino os comentários foram unânimes: valeu o “empeno”... Para quando o próximo?!
"Olá a todos,
Como é costume o mês de Abril foi riquíssimo em competições. No total 4 provas em 3 fins-de-semana: um Triatlo e três Duatlos, todos eles provas do Nacional de Clubes. Na entrada para o novo mês, o objectivo era elevar as cores da equipa e assumir a liderança do Campeonato, primeiramente, e depois prova a prova, reforçá-la. Missão cumprida: à data de hoje somos líderes confortáveis tanto em femininos como em masculinos. YEAH!
Abril iniciou-se em Quarteira, com um Triatlo, o segundo da época. Como já vos tinha confessado, guardo sempre boas memórias desta etapa: além de adorar a prova em si, costumo sair de lá sempre satisfeita com o meu esforço. Este ano não. Momentos antes do arranque, a família triatleta perdia um dos seus impulsionadores; eu perdia um dos meus mentores. Pela sua bravura e paixão à competição, fiz-me à prova, apática, é verdade, mas com dedicado empenho em homenageá-lo. Saí algo atrasada dos 750metros de natação, em 6º, mas assim que montei na Amira fui recuperando posições até me chegar à 1ª classificada. Foi um ciclismo duro, com muitos retornos e ataques, mas que me correu de feição. Comecei a correr com poucos segundos de vantagem, mas cedo os perdi, acabando no 2º lugar da geral. Ainda assim, fui a 1ª atleta sub-23 na linha de chegada.
Duas semanas depois, e sem muito mais treino, rumei a Fátima desta feita para um dupla jornada. A cumprir: um Duatlo Sprint (5km/20km/2,5km), no Sábado, e um Super-Sprint (metade da distância), no Domingo.
Na primeira prova, o São Pedro brindou-nos com tudo: chuva, muito vento, frio, granizo; tudo menos sol e calor, quase imperiosos para a modalidade. Surpreendentemente, e pela primeira vez depois de ter contraído uma fractura de stress, corri bem na 1ª corrida, chegando ao parque de transição em 2º lugar, acompanhada de outra atleta. Pegámos nas nossas Amiras com confiança e ambição. Inicialmente percurso era algo perigoso, mas depois, excepção feita para os apertadíssimos retornos, pouco mais dificuldades havia. Perto do meio do segmento, chegámos à 1ª atleta e até final rolámos as três juntas, adiando a decisão até à corrida que, dessa feita, não me saiu nada bem. Acabei novamente a poucos segundos da atleta que seguia à minha frente, em 3º lugar. Mais uma vez, venci as sub-23. No Domingo, era a vez da prova por estafetas, em que cada elemento (num total de 3) tinha a cumprir um mini-Duatlo. A grande velocidade, estas provas são sempre feitas com “alma na guelra e sangue na boca”. A mim cabia-me a posição complicada de ser o 1º elemento da equipa, aquele que não pode mesmo “enterrar”. Apesar da prova do dia anterior, as pernas reagiram muito bem. Mais uma vez, aproveitei os 8km de bicicleta para recuperar a minha má forma da corrida e entregar o testemunho em posição não-compromedora.
A quarta, e última, prova foi na nossa “casa-mãe”, Torres Vedras; mais uma vez um Duatlo mas agora na distância Standard (10km, 40km, 5km). Nunca tinha competido nesta distância: Duríssimo! Aqui a corrida inicial não me correu nada bem e não cumpri com o que me competia: marcar a 1ª atleta da equipa adversária. Sem stress; nada estava perdido. Montei-me na Amira de forma muito atrevida. Sabia que dificilmente aguentaria aquele ritmo durante todos os 40 km, mas era um esfoço fulcral, senão teria de andar o resto do segmento em luta solitária contra o vento. Agarrei o grupo da frente e depois já nele, deixando as restantes adversárias para trás, juntei-me à 2ª classificada. E se nesse dia eu estava ciclista; o meu ego crescia a cada volta! Comecei a 2ª corrida mais uma vez no 2º posto; mais uma vez cai para o 3º, a poucos segundos. Ainda assim sagrei-me Campeã Nacional de Duatlo Sub-23, título que nunca havia conquistado.
Como balanço, foi um mês super-positivo. As sensações foram melhorando com as provas e os objectivos foram mais que cumpridos.
Falta agora um mês para a próxima prova (20 de Maio), a 1ª Etapa do Nacional Individual. Resta-me aproveitar a pausa para fazer aquilo que se torna impossível com tanta prova: Treinar. O meu objectivo é melhor na corrida, para deixar de tornar vão todo o esforço que, durante as provas, faço na Amira. Aproveitar também para disfrutar de voltas mais longas e juntar-me a vós nos diversos passeios da Movefree :)
Para mais aventuras passem no meu blogue.
Bons Treinos,
Joana Marques
p.s: Muito obrigada a todos os companheiros Movefree que por mim puxaram em Torres. Valeu malta!"
O 1º Treino da Movefree Factory Team decorreu no passado Domingo ás portas do Forum Sintra e poderia resumir-se em: 80 km... 1000m de subida acumulada... Média de 28 km/h... Pernas amassadas!
Este treino à porta-aberta da equipa da Movefree incidiu na vertente “roda fina” e teve como paisagem de fundo locais fascinantes como as Azenhas do Mar e o “coração” da Serra de Sintra.
Para além dos membros da equipa juntaram-se mais uns quantos entusiastas da modalidade, lançando-se à estrada um pelotão de 12 ciclistas sedentos em pôr quilómetros nas pernas.
Essa foi a principal finalidade do treino... Pôr quilometros nas pernas e rolar a um ritmo forte, sempre com espirito de equipa.
O trajecto revelou-se desafiante e apelativo e o tempo ajudou “à festa”, sendo o vento frontal um elemento ainda mais desafiante neste treino.
A dinâmica esteve sempre presente, com diversos elementos a liderar a frente do pelotão, “puxando” pela equipa e impondo o seu ritmo. Momentos a rolar de forma intensa, períodos de descompressão, alguns “topos” para trepar em velocidade e as conhecidas e apreciadas subidas longas, tudo isto esteve presente neste treino.
Abaixo fica o traçado do trajecto:
Rio de Mouro; Algueirão; Terrugem; Pobral; Valbom; Assafora; São João das Lampas; Fontanelas; Azenhas do Mar; Praia das Maçãs; Colares; Sintra (Serra); S. Pedro de Penaferrim; Rio de Mouro
O proximo é já no dia 06 de Maio no Dolce Vita Tejo (http://www.movefree.pt/pt/catalog/evento
Até lá Pedalem Muito!
Abril, águas mil... O mês tem sido cinzento e a chuva tem teimado em cair, mas os Passeios de Loja Movefree continuam a sair à rua e a vontade de pedalar a aumentar.
Foi esse o espirito vivido ao longo de cerca de 35km de trilhos técnicos e exigentes fisicamente, com aproximadamente 800m de subida acumulada, em mais um Passeio de Loja Movefree, com partida da Loja de Mafra!
O dia estava propício para a prática da modalidade, o calor não “apertava”, a chuva não caía, e a temperatura amena revelava-se indicada para o desafio proposto.
Com um grupo de 34 betetistas, ao soar das 9h, foi tempo de partir para os trilhos e desfrutar de uma grande manhã de BTT.
Tendo sido o percurso traçado com o objectivo de mostrar um pouco de tudo o que se pode encontrar em épicos Eventos BTT, a Movefree decidiu por à prova a capacidade fisica e técnica dos participantes, demonstrando que o BTT pode ser duro... pode fazer doer as pernas... mas no final a recompensa é um enorme prazer de superação pessoal.
A saída foi feita por alcatrão em direcção à Nossa Srª. do Arquitecto, onde após uma rápida descida surgia o 1º obstáculo - a transposição de um pequeno ribeiro.
Como no BTT quem desce tem que subir, a 1ª rampa do dia bateu á porta, e a bom ritmo foi transposta com o intuito de chegar aos trilhos de Valverde.

Esta 1ª fase do percurso viria a revelar-se dura e técnica, mas é disto mesmo que o BTT é composto! Até alcançar a zona do Pobral os participantes puderam testar a sua perícia ora nas descidas em empedrado que punham à prova o fisico e a técnica, ora nas subidas, também elas técnicas e ligeiramente acentuadas, e que são uma constante na região de Mafra.
Depois do “tratamento” do 1º segmento do percurso era tempo de recompensar todos os participantes com uma “ida à praia”, rolando um pouco até à Praia de S. Julião.
Neste ponto foi possivel comtemplar a paisagem e repor energias e hidratar num café à beira-mar.
Já com os niveis de açúcar repostos era tempo de “curtir” os trilhos junto às Arribas para rapidamente entrar no “famoso” single track da Foz do Lizandro.
Aqui todos “soltaram” travão e desfrutaram de um rápido “single” com uma paisagem fantástica que comtempla toda a zona da Foz e sua envolvente.

A manhã ia longa e o almoço já esperava por todos por isso, para não haver atrasos, sem demoras o grupo pedalou com afinco até à zona do Zambujal, para deste ponto atingir as imediações de Mafra.
O acesso à vila foi feito por estradão, sempre junto à A21, e aqui foram feitas as ultimas rampas do dia.
No final, à chegada à Loja, o cansaço era visivel no rosto dos participantes mas o sentimento de satisfação também era notório... Em suma o saldo foi positivo e fica a nota: em Mafra pedala-se duro... as pernas doem... não se desiste... e no final vale muito a pena!

Sem dúvida um bom “treino” para o Raid à Tapada de Mafra (http://www.movefree.pt/pt/catalog/evento
Mas até lá o importante é continuar a pedalar... O próximo Passeio é já no dia 28 de Abril no Dolce Vita Tejo! (http://www.movefree.pt/pt/catalog/evento
Até lá umas boas pedaladas!
Este rescaldo podia resumir-se ao seguinte: Chuva 0 – 1 Passeios de Loja Movefree. Mas continuando:
O mau tempo persiste, mas como quem pedala por gosto não cansa, os Passeios de Loja Movefree “somam e seguem” aumentando o numero de presenças a cada passeio realizado. É certo e sabido é que o pessoal não é muito fã da chuva, mas nem mesmo os dias cinzentos têm “travado” a vontade de pedalar! Tal verificou-se no ultimo nocturno Movefree, realizado ás portas do Forum Sintra. Num dia cinzento e repleto de nevoeiro todos aguardavam por uma “aberta” para pegar nas máquinas e lançarem-se nos trilhos. Foi nesse período entre as 20h e as 23h que a chuva parou e a Movefree avançou com um grupo de quase 2 dezenas de betetistas sedentos de bom BTT.
Máquinas preparadas e com vontade de aquecer para dar ao pedal e arrancar lama dos trilhos! O trajecto, com saída do Forum Sintra, com cerca de 21km e 370m de súbida acumulada foi composto por um misto de trilhos em terra batida, estradão, calçada (que apelou à técnica), e alcatrão.
A pedalar em direcção ao Bairro de S. Carlos, por atalhos e pequenos percursos de terra batida rápidamente o grupo chegou a Casal de Ouressa, onde lhes esperava a 1ª subida da noite - a já “famosa” subida dos depósitos de água. Transposto o 1º obstáculo era tempo de prosseguir em direcção a S.Pedro de Sintra que comtemplou uma passagem junto à conhecida Casa do Preto (vai uma queijada de Sintra?).
Neste local foi possivel apreciar a paisagistica urbana deambulando por entre muros e casas num piso que se revelou escorregadio e técnico (calçada portuguesa polida e molhada). A noite ia avançando mas como é habitual houve tempo para uma paragem para hidratar e repor energias junto de um pequeno fontanário. Com energias repostas era tempo de fazer meia subida a Stª. Eufêmia para depois descer para a vertente dos terrenos do Linhó. Apartir daqui, foi sempre a rolar até chegar novamente ao Forum, tendo apenas que se realizar uma paragem técnica para resolver um furo. Com um rasgo no pneu nem mesmo liquido selante valeu e foi necessário montar uma câmara de ar!
Já no Forum ficou o compromisso da Movefree em não dar tréguas ao mau tempo e continuar com os Passeios.
O próximo é já em Mafra este sábado! Cerca de 34 Km com 800m de súbida acumulada...
Preparados?
Até lá, umas boas pedaladas e aqui fica um grande vídeo do Matt Hunter, para quem estiver reticente em relação a pedalar à chuva:
Aqui ficam as palavras da organização do Passeio BTT do ISCPSI ( http://www.bttiscpsi.com/ ) que, no dia 15 de Abril, juntou cerca de 300 participantes para pedalar pela Acreditar e angariou 2500EUR para a Acreditar!
" No meio de densas nuvens cinzentas e sob um forte vento matinal teve início um dia que de cinzento teria apenas o céu. Na verdade, as curtas cargas de água que se fizeram sentir apenas serviriam para abençoar todos aqueles que decidiram levantar-se bem cedo nesta manhã de domingo para apoiar uma causa tão nobre – “Pedalar pela ACREDITAR!”
Reunidos todos os participantes e concluídos todos os preparativos, o tão esperado 7º Passeio BTT-ISCPSI teve finalmente início e, rapidamente, de entre dezenas de nuvens o Sol apressou-se a surgir, indicando-nos um caminho que percorreria a brisa marítima da marginal de Lisboa, contando com uma breve paragem para abastecimento no Parque da Bela Vista e que, desde a Alameda, fazendo a tão esperada travessia do Aqueduto das Águas Livres, romperia com a verde paisagem do Parque Florestal de Monsanto, terminando uma vez mais no Instituto.

Seguiu-se um surpreendente repasto que levaria todos os presentes neste evento a abandonar a nossa nobre casa de sorriso no rosto. Para nós, Coordenadores deste humilde projeto, foi nesse momento que todo o nosso trabalho foi recompensado. Missão cumprida!"
Fotos da autoria António Baganha.
Decorreu no passado Sábado o 1º passeio diurno Movefree e o resultado foi nada mais nada menos do que uma persistente fuga de 35 km ao mau tempo e chuva que se fizeram sentir ao longo deste dia. ;) Mesmo com condições climatéricas menos favoráveis para a prática da modalidade um grupo de 16 amantes do BTT partiu para os trilhos em Torres Vedras.
Foram percorridos aproximadamente 35km com cerca de 400m de subida acumulada, o que se traduziu num traçado rolante e divertido onde se pode encontrar de tudo um pouco. Estradões, single tracks, e uma outra descida que apelavam à técnica. A saída foi feita por alcatrão em direcção às instalações dos Cafés NovoDia, ponto a partir do qual surgiram os trilhos de terra batida. Maioritariamente composta por estradão aberto, a 1ª parte do percurso conduziu o grupo em direcção aos Casais do Feijão de Cima, tendo apenas como obstáculo a fácil transposição de um ribeiro. Com tranquilidade e sem problemas mecânicos o grupo rápidamente alçançou as proximidades da zona costeira Oeste, ao chegar ao casal das Paradas.
Sempre a fugir à chuva e com o avançar da manhã o terreno revelava-se excelente para a prática da modalidade. Piso compacto e arenoso e ao abrigo do arvoredo e vegetação o grupo avançava no terreno ao ritmo previsto com a ambição de alcançar os trilhos das proximidades do Sobreiro Curvo. A meio percurso foi tempo da habitual paragem para hidratação e reposição de energias. Neste momento, num ambiente de convivio, os presentes puderam trocar opiniões e partilhar as experiências vividas nestas landanças.
O ponto de paragem seguinte foi já no parque de A dos Cunhados. Apenas foi “gasto” tempo necessário para abasteçer bidons de água e voltar a entrar nos trilhos pois a chuva dava ameaços de estar para breve. Sempre a ritmo constante, foi tempo de tirar umas fotos rápidas junto ao pequeno lago situado prózimo da Zona Industrial da Paul.
A partir daqui, foi só entrar num último e rápido single track por entre árvores, que conduziu o pelotão até ao alcatrão, até chegarmos à MoveFree de Torres Vedras novamente.
O próximo é já na 4ªf no Forum Sintra... Preparem as luzes e tragam a vontade de pedalar para esse nocturno! Veja todos os eventos em http://www.movefree.pt/pt/catalog/catego
1º raid barros - lagoa de óbidos - barro